segunda-feira, 31 de maio de 2010
sábado, 29 de maio de 2010
Arquitetura Sustentável: Aplicando sustentabilidade na Arquitetura
As más projeções e as construções não planejadas dos grandes centros urbanos geraram uma grande degradação dos recursos naturais de muitos locais.
Pode-se observar que os ambientes que foram feitos ilegalmente ou fora dos planejamentos arquiteturais e urbanísticos tendem a ser mais abalados. Com vista nesses problemas, muitos projetos arquitetônicos têm sido materializados com estruturas favoráveis à sustentabilidade. A arquitetura sustentável visa uma melhor utilização dos recursos naturais, por esse motivo se evitam uma série de desperdícios. Principalmente em relação à água e a energia elétrica, visando um melhor aproveitamento de ambos, como por exemplo: aproveitar a água da chuva e utilizar energia solar são algumas medidas utilizadas nesses tipos de projetos.
O uso de mais janelas para evitar o uso de energia elétrica, também é bastante usual na arquitetura sustentável, bem como escolha de lâmpadas mais econômicas (as lâmpadas fluorescentes) no lugar das lâmpadas usuais. Também num projeto sustentável é preferível uma ventilação mais natural nos ambientes (casa, prédios, escolas, escritórios e etc.) ao invés de ar-condicionado ou aquecedores, que são altamente poluentes à natureza.
Outra preocupação na hora da construção e durante o projeto arquitetônico é a utilização de materiais renováveis e ecologicamente indicados, como a preferência de eucaliptos e fibras de bananeiras no lugar da madeira freqüentemente extraídas das florestas. Do mesmo modo se opta por uma tintura que não possuam as toxinas que degradam o meio ambiente.
Na construção civil há a preocupação com a criação de áreas verdes tanto para o plantio, como para proporcionar mais conforto e contribuir para a redução do gás carbônico na natureza. Uma outra solução para amenizar a degradação da natureza recomenda-se nesses locais reciclagem do lixo doméstico. Juntamente com a não utilização de produtos de limpeza nocivo ao meio ambiente.
O território da arquitetura sustentável é ainda demasiadamente novo, entretanto as aplicações de técnicas sustentáveis na construção civil são cada vez mais recorrentes. E estão sendo vistas como práticas essenciais para a manutenção e a renovação de recursos encontrados no meio ambiente.
Pode-se observar que os ambientes que foram feitos ilegalmente ou fora dos planejamentos arquiteturais e urbanísticos tendem a ser mais abalados. Com vista nesses problemas, muitos projetos arquitetônicos têm sido materializados com estruturas favoráveis à sustentabilidade. A arquitetura sustentável visa uma melhor utilização dos recursos naturais, por esse motivo se evitam uma série de desperdícios. Principalmente em relação à água e a energia elétrica, visando um melhor aproveitamento de ambos, como por exemplo: aproveitar a água da chuva e utilizar energia solar são algumas medidas utilizadas nesses tipos de projetos.
O uso de mais janelas para evitar o uso de energia elétrica, também é bastante usual na arquitetura sustentável, bem como escolha de lâmpadas mais econômicas (as lâmpadas fluorescentes) no lugar das lâmpadas usuais. Também num projeto sustentável é preferível uma ventilação mais natural nos ambientes (casa, prédios, escolas, escritórios e etc.) ao invés de ar-condicionado ou aquecedores, que são altamente poluentes à natureza.
Outra preocupação na hora da construção e durante o projeto arquitetônico é a utilização de materiais renováveis e ecologicamente indicados, como a preferência de eucaliptos e fibras de bananeiras no lugar da madeira freqüentemente extraídas das florestas. Do mesmo modo se opta por uma tintura que não possuam as toxinas que degradam o meio ambiente.
Na construção civil há a preocupação com a criação de áreas verdes tanto para o plantio, como para proporcionar mais conforto e contribuir para a redução do gás carbônico na natureza. Uma outra solução para amenizar a degradação da natureza recomenda-se nesses locais reciclagem do lixo doméstico. Juntamente com a não utilização de produtos de limpeza nocivo ao meio ambiente.
O território da arquitetura sustentável é ainda demasiadamente novo, entretanto as aplicações de técnicas sustentáveis na construção civil são cada vez mais recorrentes. E estão sendo vistas como práticas essenciais para a manutenção e a renovação de recursos encontrados no meio ambiente.
Marcadores:
www.ecologiaurbana.com.br
O meio ambiente e a Sustentabilidade
Nunca antes se debateu tanto sobre o meio ambiente e sustentabilidade. As graves alterações climáticas, as crises no fornecimento de água devido a falta de chuva e da destruição dos mananciais e a constatação clara e cristalina de que, se não fizermos nada para mudar, o planeta será alterado de tal forma que a vida como a conhecemos deixará de existir.
Cientistas, pesquisadores amadores e membros de organizações não governamentais se unem, ao redor do planeta, para discutir e levantar sugestões que possam trazer a solução definitiva ou, pelo menos, encontrar um ponto de equilíbrio que desacelere a destruição que experimentamos nos dias atuais. A conclusão, praticamente unânime, é de que políticas que visem a conservação do meio ambiente e a sustentabilidade de projetos econômicos de qualquer natureza deve sempre ser a idéia principal e a meta a ser alcançada para qualquer governante.
Em paralelo as ações governamentais, todos os cidadãos devem ser constantemente instruídos e chamados à razão para os perigos ocultos nas intervenções mais inocentes que realizam no meio ambiente a sua volta; e para a adoção de práticas que garantam a sustentabilidade de todos os seus atos e ações. Destinar corretamente os resíduos domésticos; a proteção dos mananciais que se encontrem em áreas urbanas e a prática de medidas simples que estabeleçam a cultura da sustentabilidade em cada família.
Assim, reduzindo-se os desperdícios, os despejos de esgoto doméstico nos rios e as demais práticas ambientais irresponsáveis; os danos causados ao meio ambiente serão drasticamente minimizados e a sustentabilidade dos assentamentos humanos e atividades econômicas de qualquer natureza estará assegurada.
Estimular o plantio de árvores, a reciclagem de lixo, a coleta seletiva, o aproveitamento de partes normalmente descartadas dos alimentos como cascas, folhas e talos; assim como o desenvolvimento de cursos, palestras e estudos que informem e orientem todos os cidadãos para a importância da participação e do engajamento nesses projetos e nessas soluções simples para fomentar a sustentabilidade e a conservação do meio ambiente.
Uma medida bem interessante é ensinar cada família a calcular sua influência negativa sobre o meio ambiente (suas emissões) e orientá-las a proceder de forma a neutralizá-las; garantindo a sustentabilidade da família e contribuindo enormemente para a conservação do meio ambiente em que vivem. Mas, como se faz par calcular essas emissões? Na verdade é uma conta bem simples; basta calcular a energia elétrica consumida pela família; o número de carros e outros veículos que ela utilize e a forma como o faz e os resíduos que ela produza. A partir daí; cada família poderá dar a sua contribuição para promover práticas e procedimentos que garantam a devolução à natureza de tudo o que usaram e, com essa ação, gerar novas oportunidades de redá e de bem estar social para sua própria comunidade.
O mais importante de tudo é educar e fazer com que o cidadão comum entenda que tudo o que ele faz ou fará; gerará um impacto no meio ambiente que o cerca. E que só com práticas e ações que visem a sustentabilidade dessas práticas; estará garantindo uma vida melhor e mais satisfatória, para ela mesma, e para as gerações futuras.
Cientistas, pesquisadores amadores e membros de organizações não governamentais se unem, ao redor do planeta, para discutir e levantar sugestões que possam trazer a solução definitiva ou, pelo menos, encontrar um ponto de equilíbrio que desacelere a destruição que experimentamos nos dias atuais. A conclusão, praticamente unânime, é de que políticas que visem a conservação do meio ambiente e a sustentabilidade de projetos econômicos de qualquer natureza deve sempre ser a idéia principal e a meta a ser alcançada para qualquer governante.
Em paralelo as ações governamentais, todos os cidadãos devem ser constantemente instruídos e chamados à razão para os perigos ocultos nas intervenções mais inocentes que realizam no meio ambiente a sua volta; e para a adoção de práticas que garantam a sustentabilidade de todos os seus atos e ações. Destinar corretamente os resíduos domésticos; a proteção dos mananciais que se encontrem em áreas urbanas e a prática de medidas simples que estabeleçam a cultura da sustentabilidade em cada família.
Assim, reduzindo-se os desperdícios, os despejos de esgoto doméstico nos rios e as demais práticas ambientais irresponsáveis; os danos causados ao meio ambiente serão drasticamente minimizados e a sustentabilidade dos assentamentos humanos e atividades econômicas de qualquer natureza estará assegurada.
Estimular o plantio de árvores, a reciclagem de lixo, a coleta seletiva, o aproveitamento de partes normalmente descartadas dos alimentos como cascas, folhas e talos; assim como o desenvolvimento de cursos, palestras e estudos que informem e orientem todos os cidadãos para a importância da participação e do engajamento nesses projetos e nessas soluções simples para fomentar a sustentabilidade e a conservação do meio ambiente.
Uma medida bem interessante é ensinar cada família a calcular sua influência negativa sobre o meio ambiente (suas emissões) e orientá-las a proceder de forma a neutralizá-las; garantindo a sustentabilidade da família e contribuindo enormemente para a conservação do meio ambiente em que vivem. Mas, como se faz par calcular essas emissões? Na verdade é uma conta bem simples; basta calcular a energia elétrica consumida pela família; o número de carros e outros veículos que ela utilize e a forma como o faz e os resíduos que ela produza. A partir daí; cada família poderá dar a sua contribuição para promover práticas e procedimentos que garantam a devolução à natureza de tudo o que usaram e, com essa ação, gerar novas oportunidades de redá e de bem estar social para sua própria comunidade.
O mais importante de tudo é educar e fazer com que o cidadão comum entenda que tudo o que ele faz ou fará; gerará um impacto no meio ambiente que o cerca. E que só com práticas e ações que visem a sustentabilidade dessas práticas; estará garantindo uma vida melhor e mais satisfatória, para ela mesma, e para as gerações futuras.
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Construção sustentável custa mais caro?
A adoção de soluções ambientalmente sustentáveis na construção não acarreta em um aumento de preço, principalmente quando adotadas durante as fases de concepção do projeto. Em alguns casos, podem atéreduzir custos. Ainda que o preço de implementação de alguns sistemas ambientalmente sustentáveis em um edifício verde gere um custo cerca de 5% maior do que um edifício convencional, sua utilização pode representar uma economia de 30% de recursos, durante o uso e ocupação do imóvel.
Um sistema de aquecimento solar, por exemplo, se instalado em boas condições de orientação das placas, pode ser pago, pela economia que gera, em apenas um ano de uso. Edifícios que empregam sistema de reuso de água (a água dos chuveiros e lavatórios, após tratamento, volta para abastecer os sanitários e as torneiras das áreas comuns) podem ter uma economia de água da ordem de 35%. Por princípio, a viabilidade econômica é uma das três condições para a sustentabilidade.
O estudo inglês Costing sustainability, “How much does it cost to achieve BREEAM and EcoHomes ratings (2004)”, concluiu que em alguns casos a adoção de estratégias avançadas de sustentabilidade podem inclusive reduzir custos.
“A construção sustentável não custa mais caro, desde que integrada na etapa de concepção do edifício, ou seja, desde a fase de projeto.”
Antônio Setin (presidente da construtora Setin)
“Além de gerar economia, a construção sustentável vai se valorizar. Ou seja, os imóveis sustentáveis terão maior valor de venda e revenda, em poucos anos”
Alexandre Melão (Esfera)
Um sistema de aquecimento solar, por exemplo, se instalado em boas condições de orientação das placas, pode ser pago, pela economia que gera, em apenas um ano de uso. Edifícios que empregam sistema de reuso de água (a água dos chuveiros e lavatórios, após tratamento, volta para abastecer os sanitários e as torneiras das áreas comuns) podem ter uma economia de água da ordem de 35%. Por princípio, a viabilidade econômica é uma das três condições para a sustentabilidade.
O estudo inglês Costing sustainability, “How much does it cost to achieve BREEAM and EcoHomes ratings (2004)”, concluiu que em alguns casos a adoção de estratégias avançadas de sustentabilidade podem inclusive reduzir custos.
“A construção sustentável não custa mais caro, desde que integrada na etapa de concepção do edifício, ou seja, desde a fase de projeto.”
Antônio Setin (presidente da construtora Setin)
“Além de gerar economia, a construção sustentável vai se valorizar. Ou seja, os imóveis sustentáveis terão maior valor de venda e revenda, em poucos anos”
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